terça-feira, 20 de setembro de 2016

O que são Indulgências?

Estamos no Ano da Misericórdia, falando muito do amor de Deus, de confissão, de porta santa e de indulgência.

Mas o que é essa tal de indulgência???

O Papa Francisco responde:

Deus está sempre disponível para o perdão, não Se cansando de o oferecer de maneira sempre nova e inesperada. No entanto todos nós fazemos experiência do pecado. Sabemos que somos chamados à perfeição (cf. Mt 5, 48), mas sentimos fortemente o peso do pecado. Ao mesmo tempo que notamos o poder da graça que nos transforma, experimentamos também a força do pecado que nos condiciona. Apesar do perdão, carregamos na nossa vida as contradições que são consequência dos nossos pecados. No sacramento da Reconciliação, Deus perdoa os pecados, que são verdadeiramente apagados; mas o cunho negativo que os pecados deixaram nos nossos comportamentos e pensamentos permanece. A misericórdia de Deus, porém, é mais forte também do que isso. Ela torna-se indulgência do Pai que, através da Esposa de Cristo, alcança o pecador perdoado e liberta-o de qualquer resíduo das consequências do pecado, habilitando-o a agir com caridade, a crescer no amor em vez de recair no pecado.

(Misercicordes Vultus, 22).

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Natividade de Nossa Senhora


Por Reinaldo Milek Marques

Olá amigos da PJC!

Hoje é um dia especial! Segundo a Tradição da Igreja é o dia do nascimento de Maria. Não encontramos nos Evangelhos nada sobre a infância de Maria. No entanto, nos evangelhos apócrifos há relatos fascinantes sobre a Mãe de Jesus. O mais conhecido é o Proto-Evangelho de Tiago, escrito provavelmente no final do 1º século por um discípulo de São Tiago e conhecido por São Clemente, Justino e Orígenes.
Havia um casal de Jerusalém: Joaquim e Ana, ambos idosos. São Joaquim era um homem bom e rico, mas sua esposa era estéril, por isso eles eram muito infelizes. Certo dia, Joaquim foi passar 40 dias de jejum no deserto e enquanto Sant`Ana se lamentava em casa lhe apareceu um anjo que disse: “Ana, Ana! O Senhor ouviu as tuas preces. Eis que conceberás e darás à luz. Da tua família se falará por todo o mundo”. Sant’Ana respondeu: “Glória ao Senhor, meu Deus! Se for-me dado menino ou menina, fruto de Sua bênção, ofertá-lo-ei ao Senhor e a Seu serviço estará por todos os dias de sua vida”.
Dias após o nascimento, a menina foi apresentada no Templo de Jerusalém. Os sacerdotes aclamavam: “Ó Deus de nossos pais: bendiz esta menina e que seu nome seja glorioso e eterno por todas as gerações”. O povo todo respondeu: “Amém, amém, amém”. Joaquim também apresentou a menina aos príncipes e sumos-sacerdotes que a abençoaram assim: “Ó Deus altíssimo: volta teus olhos para esta menina e conceda-lhe uma bênção perfeita, não sendo-lhe necessária qualquer outra bênção no futuro”.
Mais tarde Maria residirá no Templo de Jerusalém, servindo o Altar do Templo. Aos doze anos, será oferecida em casamento para viúvos que, trazendo bastões, um deles apresentasse um sinal do céu. Sobre São José sobrevoava uma pomba (símbolo da Torá, Livro Sagrado dos Judeus) e a ele disse o sacerdote: “A ti caberá receber sob seu teto a Virgem do Senhor”. Outra versão fala que o bastão de José se encheu de lírios brancos. Enfim, eles ficaram juntos. São José respeitava a pureza da Virgem Maria, até que um dia o Anjo voltou para anunciar-lhes o nascimento de Jesus.
Que tal ler este texto na íntegra? Boa leitura!
Fonte: 



segunda-feira, 22 de agosto de 2016

VOCAÇÃO: NA IGREJA E PARA A IGREJA


Por Valéria Andrade Leal

Muitas são as oportunidades e desafios que a vida oferece. Algumas geram frustrações, outras aprendizagens, outras ainda conduzem à felicidade. Saber discernir e escolher é exercício que se faz dia a dia, em face a tantas opções oferecidas.
Pensar em opções é pensar em consequências, efeitos que cada escolha traz para a própria vida, as pessoas que amamos e a sociedade. Isso requer discernimento.
Discernimento é uma palavra chave quando se fala em VOCAÇÃO. Vocação implica uma escolha, uma opção que visa a realização pessoal, mas não só. Nós cristãos acreditamos na realização do projeto de Deus para nossa vida, que nos fez para ser livres, redimidos, amados. Assim, a vocação é fonte de graça para cada pessoa e para as pessoas amadas por Deus.
O Papa Francisco, em sua mensagem para o dia mundial de oração pelas vocações destaca que toda vocação nasce, cresce e é sustentada pela Igreja. Igreja é comunidade, comunhão de pessoas que são imagem da Trindade. Logo, toda vocação vem de Deus para o bem da pessoa e de toda a comunidade, por isso nela encontra apoio e razão de ser.
Descobrir a vocação é processo de discernimento que se faz na fé e na experiência de ser Igreja, comunidade, estar em comunhão. Por isso rezamos pelas vocações.
Um canto do Pe. Zezinho nos faz refletir:
Me chamaste do meio do povo (…)
Mandaste eu olhar o meu povo
Estudar o meu povo
Ouvir o que o povo diz
E agora me ordenas
Que eu volte pro meio do povo
E ajude o meu povo a ser feliz
Estar a serviço da Igreja é como a VOCAÇÃO se realiza. É a mais profunda vocação cristã: amar, servir, testemunhar o amor infinito de Deus.

Responder ao CHAMADO é estar aberto para Deus e para o irmão.

sexta-feira, 29 de julho de 2016

De olho na JMJ 2016

Nestes dias, a Polônia veste-se de festa; nestes dias, a Polônia quer ser o rosto sempre jovem da Misericórdia. O Papa Francisco diz: 


Não há nada mais belo do que contemplar os anseios, o empenho, a paixão e a energia com que muitos jovens abraçam a vida. Isso é bonito. E de onde vem essa beleza? Quando Jesus toca o coração de um jovem, de uma jovem, estes são capazes de ações verdadeiramente grandiosas.

Conhecendo a paixão que pondes na missão, ouso repetir: a misericórdia tem sempre o rosto jovem. Porque um coração misericordioso tem a coragem de deixar a comodidade; um coração misericordioso sabe ir ao encontro dos outros, consegue abraçar a todos. Um coração misericordioso sabe ser um refúgio para quem nunca teve uma casa ou perdeu-a, sabe criar um ambiente de casa e de família para quem teve de emigrar, é capaz de ternura e compaixão. Um coração misericordioso sabe partilhar o pão com quem tem fome, um coração misericordioso abre-se para receber o refugiado e o migrante. Dizer misericórdia juntamente convosco é dizer oportunidade, dizer amanhã, compromisso, confiança, abertura, hospitalidade, compaixão, sonhos. Mas vocês são capazes de sonhar? E quando o coração aberto é capaz de sonhar, há lugar para a misericórdia, há lugar para um carinho, há lugar para se colocar ao lado daqueles que não têm paz no coração ou aqueles que não têm o necessário para viver ou falta o que é mais bonito: a fé.

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Missão Cleliana 2016




Ontem, encerramos nossa Missão Cleliana em Morretes. 
Oito comunidades rurais. Dezenas de casas visitadas.







Cansaço e alegria se misturam.
Muitas histórias para contar: tristes, engraçadas, lições de sabedoria...






Muita gratidão

Ao Pe. Luis que nos acolhe pelo segundo ano consecutivo



Às lideranças das comunidades
Às famílias que nos acolheram







Aos que nos alimentaram... e muito bem por sinal kkkk
Àqueles que rezaram por nós.





E sobretudo, ao CORAÇÃO DE JESUS que nos guiou nesta maravilhosa experiência.






Que a experiência vivida nos faça melhores pessoas 
e melhores cristãos.





Que as novas amizades se encontrem na oração



Que o Coração de Jesus seja sempre mais conhecido e amado!